terça-feira, 25 de novembro de 2008

Miminhos


Agradeço estes miminhos oferecidos pela Mamie2 que foi uma querida!



Bicharada!

Isto começa a parecer um zoo!
Já não bastavam os vírus das mais variadas espécies que nos andam a infernizar a família, agora temos a ameaça da...possibilidade de...piolhos!!
E de onde poderão vir? Da creche, claro!
Se ontem me foi dito em jeito de segredo, hoje estava um papel bem grande à porta da sala do filhote, em letras grandes e de cor vermelha: "Há piolhos na sala!"
Deus me livre!!!

Lavagem...também cerebral!

Novamente, enquanto o mais pequeno toma banho...
Papá - "Sporting é...?"
Filho - "Miau!!"
Papá - "Benfica é...?"
Filho - "Fixe!"
Papá - "Porto é...?"
Filho - "Buuuu!"
(convém salientar que o Rabuja é sócio do Sporting desde que nasceu...)

Conversas entre os homens da casa!

Conversa entre os dois homens da casa, emquanto o mais pequeno toma banho.
Papá - "Quem faz có-có-ró-có-có?"
Filho - "A gainha!"
Papá - "Quem faz miau?"
Filho - "Gato!"
Papá - "Quem faz ão-ão?"
Filho - "Cão!"
Papá - "Quem faz ió-ió?"
Filho - "A mamã!!"
(não sei se ria ou se chore!..."

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

E não há três sem quatro!

E pensar que a coisa ía ficar por aqui?
Era bom, era!
Agravou-se a constipação que eu tinha, com direito a acordar de noite sem conseguir abrir os olhos tal era a conjuntivite! Sorte a minha conhecer os cantos à casa e conseguir, às 4.30h da manhã, sem chocar com nada, voltar a ver! Irra!
E no Domingo, parecia que tinha levado uma tareia, tal eram as dores no corpo por causa da febre.
Hoje, vim trabalhar, que remédio...

Mas porque é que eu ainda vou na conversa dele?

Copo com água e palhinha, não!
Dá direito a salpicar a casa toda com água e o pior, encontrar o Rabuja em condições de ter de lhe mudar de roupa novamente, acrescido de um ralhete.
Resultado, uma birra de baba e ranho que durou quase meia-hora!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

E como não há duas sem três...

...estou também com uma conjuntivite.
Phonix! (não é asneira, pois não?)

Debate caseiro

Ontem ao fim do jantar e perante a entrevista que a Ministra da Educação deu na RTP1, eu e o maridinho começámos a conversar sobre este assunto da avaliação de professores e a manifesta intransigência de ambas as partes em ceder um milímetro que seja na sua posição.
Eu tenho uma forma de analizar as questões que me leva a tentar sempre ver o outro lado da questão, e apesar de ser a favor da avaliação de professores, como de todos os profissionais sejam estes públicos ou privados, interrogo-me se este será o método mais adequado ou se não terá falhas na forma como está a ser praticado, uma vez que apresenta tanta contestação.
Verdade seja dita que todos os que são ou já foram alunos, tiveram professores excelentes, médios e maus. Eu também os tive.
O maridinho é mais radical, considerando que a contestação nacional centra-se na não aceitação da avaliação, seja ela qual for.
Falando quer com a nossa amiga educadora de infância quer com a nossa comadre professora do ensino básico, ambas afirmam que perdem muito tempo com papelada e é um método deveras complicado de se pôr em prática.
Desconheço totalmente para tomar uma posição de defesa quer para um lado, quer para o outro.
Acho que a Ministra demonstra força em manter a sua posição, uma vez que estamos a falar de um representante do Estado Português e há que haver respeito por ela e ser firme das tomadas de posição.
No entanto, considero que tem de ter também abertura para o diálogo com esta classe profissional e manter em cima da mesa a possibilidade de alterações a este método de avaliação.
Os professores foram em tempos idos uma elite do funcionalismo público. Horários mais reduzidos que os restantes, remunerações agradáveis, um sistema de saúde aparte do SNS e progressão automática na carreira, dias de férias acrescidos pelos anos de carreia, etc, situações que um trabalhador por conta de outrém no sector privado não tem nem nunca terá.
Houve mudanças e perderam algumas das regalias inerentes à sua condição profissional. Se por um lado considero errado porque ninguém gosta que lhas retirem, por outro lado acho bem a aproximação de ambos os sectores porque somos todos portugueses.
O que é errado na contestação dos professores é o estarem a prejudicar os alunos mesmo que indirectamente, porque o estão, é o facto de arrogantemente irem contra uma decisão do Estado Português que (e agora citando o maridinho: "O Estado Português é a entidade patronal dos professores") não pode de ânimo leve ser rejeitada, e acima de tudo, não fundamentarem de uma forma clara, simples e objectiva as razões porque são contra este método de avaliação.
Enquanto isso não acontecer, não terão o apoio dos pais e encarregados de educação e dos restantes trabalhadores porque o que sobressai é a profunda desigualmente que existe entre os professores (e restantes funcionários públicos) e os outros do sector privado.
Vamos lá ver, se eu disser è entidade patronal que vou fazer greve por melhor salário, sou despedida; se eu disser que não faço determinado trabalho, sou despedida; se eu afirmar que não concordo com a forma de gestão da gerência, sou despedida; e se eu lhe disser que pretendo mais regalias sou despedida.
É preciso entendimento porque como mãe quero que daqui a uns anos quando o meu filho for para a escola primária tenha excelentes professores que o ensinem e acompanhem a sua aprendizagem da melhor forma possível.
Se o método permitir separar o trigo do joio, acho muito bem. Se fizer descriminações, acho muito mal.
O resultado que se pretende é bons profissionais no ensino.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Se me saísse o euromilhões...

Com a tentativa de mudar de casa, mesmo com a crise e condições financeiras mais ou menos adversas, impõe-se outra procura para minizar o custo mensal da creche do filhote.
Está numa privada porque, apesar de conselhos em inscrevê-lo ainda antes de ter nascer, acabei por apenas conseguir vagas no privado, mas gosto da escolinha que frequenta.
Agora com a aproximação dos 3 anos (ainda agora fez os 2, mas isto tem de ser por antecipação), já ando a pensar e ver uma escolinha estatal.
E começou o drama!
Contactei uma estatal perto do local de trabalho, expus a situação mas disseram-me logo que não iria entrar por causa da idade. Ou seja têm prioridade os de 5 anos, depois os de 4 e assim sucessivamente. Podia inscrevê-lo na mesma, em Janeiro, reinscrever todos os anos até ter vaga. Ou seja, e pelo andar da carruagem, só aos 5 anos é que consigo.
Existe outra perto do local onde moramos, muito boa segundo indicação da minha amiga educadora de infância, mas aí tenho o problema do prolongamento não ser suficiente para a hora que saio. Só consigo ir buscar o filho por volta das 19.00h. Que JI está aberto até essa hora?
Seja como for, decidi que vou lá em busca de mais informações.
O drama de quem procura ter o filhote bem, num local seguro e compentente mas que se vê confrontada com obstáculos de idade e horarios.
Obviamente que onde está, o Rabuja está muito bem. E está garantido o seu lugar até entrar na primária.
Só não sei se haverá compabilidade entre a escolinha privada e um empréstimo para mudarmos de casa.

Não vai lá nem com cantigas!

Haverá alguma forma de conseguir evitar uma guerra para pôr as gotas Clorocil e o soro no nariz do Rabuja sem ele gritar, espernear, chorar e e outras acabadas em -ar?

Aos poucos, vou lá

Alterei o sistema dos jantares.
Preciso de sentir que somos uma família e não três seres que para ali andamos, sendo um deles, pequeno e completamente dependente dos outros dois.
Como o miúdo tem de jantar o mais tardar às 20.00h, nóis papás é só às 21.00h pelo que passámos a jantar na cozinha e a maior parte das vezes o piolho quer estar sentado na cadeira dele, a brincar com os nónis e a petiscar do nosso jantar.
Ontem trouxemos a caixa dos carrinhos e mal se andava naquela cozinha tal era o tráfego! Parecia a IC19 à hora de ponta, num dia de chuva! Mas fica junto a nós e deixa-me ter uma refeição mais descansada.
Mas acho que assim é melhor e estou mais satisfeita!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Custa demais

Ficou a chorar na creche, sentido...
Vim embora com as lágrimas a quererem cair...

Já ralha como gente grande!

Entende tudo, fala tudo com aquela vozinha de rapazinho de 2 anos, doce, e com palavras que me enchem de orgulho e outras tantas que me fazem rir de "inventadas".
Uma curiosidade extrema em saber o que os papás estão a fazer e repete para melhor compreensão.
Uma interrogação constante sobre "que é ito?". E vai aprendendo cada vez mais e melhor.
E também ralha connosco. O que me deixa deliciada ao ouvi-lo.
"Mamã, ai, ai, ai! Banco dóidói. Não faz icho!. Ai, ai, ai!" (isto porque ao afastar um banco da cozinha para ele não se magoar, este desiquilibrou-se e tombou...)

Miséria?

Ontem à noite observei uma situação que apesar de quase diária, desta vez não fiquei indiferente. Tocou-me.
Na localidade onde moramos, existem contentores do lixo em todas as ruas. É normal verem-se adultos a remexer o lixo à procura de algo que lhes interesse, sejam tampas das embalagens de plástico, sejam restos de pequenos electrodomésticos para lhes retirar os fios ou verificarem se ainda têm aproveitamento, sejam objectos que deixaram de ter utilidade aos seus antigos proprietários, mas há quem, ou por necessidade ou mania ou tara remexe no lixo em busca disso mesmo.
Ontem observei duas mulheres jovens, não mais de 30 anos, uma delas grávida, acompanhadas de uma criança com idade entre os 4 ou 5 anos, e uma outra talvez com 2 ou 3 anos num carrinho de bebé. Se bem que estando bem agasalhadas, fez-me muita confusão andarem na rua aquela hora da noite, ao frio, a tocaram no lixo dos outros. Não percebi a nacionalidade delas. E digo isto porque as duas jovens ao falarem uma com a outra, pareceu-me não ser português.
Encontraram uns enfeites de Natal que deram à criança mais crescida (com todos os perigos de ter estado dentro de um contentor do lixo sujeito a todos os virus e bactérias e fungos) e pegaram em dois sacos que me pareceu terem fruta (em que estado de conservação estaria não sei).
Recolhi-me para dentro de casa porque realmente não consegui olhar mais para a situação e passava-me muita coisa pela ideia. Uma delas, o que reservaria o futuro...
A miséria humana é aflitiva...

Não há uma sem duas!

A modos que a constipação do meu Rabuja está controlada, o que me deixa muitíssimo satisfeita. O que agora apareceu, porque tudo tem de acontecer ao mesmo tempo não dando descanso ao filho e papás, foi uma conjuntivite. Muito provavelmente por contágio, uma vez que, à conversa com a auxiliar da sala dele da creche, andam todos assim.
Valha-nos que andam todos com o frasquinho das gotas, por isso, tudo em tratamento. Menos mal.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Estamos todos...

constipados. Com o filhote a melhorar à força de soro e vapores, temos agora o papá e a mamã à mercê do vírus.

Como é que é possível?

Há coisas que não têm explicação.
Após eu marcar uma visita a um imóvel para este Domingo, fomos ver uma casa que já tinha sido visitada pelo maridinho e pelo meu pai e tinham chegado à conclusão que não valia a pena.
Isto é pontaria negativa e acho que esta semana vou jogar no euromilhões!

Mami e Papi

Há quase um ano que não nos visitávamos. Aconteceu este fim-de-semana.
Os tios Cristina e Helder deram uma passagem lá por casa para ver o sobrinho Rabuja.
São muitas as saudades de estar com eles, de conversar e rir com eles.
Já passaram 14 anos de muita partilha, muita amizade.
Talvez sejam as pessoas que melhor me conhecem.
A entreajuda e disponibilidade sempre foi infinita.
E pode passar mais um ano apenas com conversas ao telefone, que reciprocamente estaremos sempre uns para os outros.
Porque amizades verdadeiras são assim. Não se exige absolutamente nada, não há interesses secundários, não se dá porque se recebeu.
E ao olhar para trás, conclui-se que nunca houve uma discussão, uma zanga, uma má interpretação. Nada. A não ser uma amizade sincera e para sempre.
Gostava que um dia o Rabuja sentisse e apreciasse e soubesse preservar uma amizade assim. è talvez um dos valores mais importantes da nossa vida.
Miga, adoro vocês!

Tempestade

Às vezes temos brigas.
Há palavras que se dizem e são injustas e egoístas.
Depois, sabendo como funciono, remeto-me a um silêncio doloroso e vem a tristeza e o pensar a mil a à hora de tentar resolver as coisas. E choro.
Temos sempre de nos pôr no lugar do outro. Faço vezes demais isso. Sempre o fiz. Mas termino dando a volta por cima. O que não pode de forma alguma acontecer é a desilusão.
Passam as horas, e o ambiente retorna à normalidade. A pouco, a apalpar terreno.
As causas são mais tarde analizadas e discutidas. Como sempre. Quando o espírito estiver mais calmo.
Porque a conversar é que a gente se entende.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Sinónimos

Tafufas!

Há muitos cinzentos nesta vida...

Quando não se tem lugar próprio ou facilidade em estacionar, quando se tem uma criança de 2 anos connosco, quando estamos perto da hora dessa criança jantar e quando se está em plena época do frio, o primeiro lugar disponível, mesmo interdito pela lei, serve para estacionar a viatura.
Quando se vivia sozinha, a trabalhar durante o dia e a estudar à noite, a precisar de chegar a casa pelo cansaço e fome por serem 22.00h, podia-se perder quase uma hora a procurar um lugar para estacionar o carro, mesmo gastando combustível, e estando calor ou frio.
Quando algo corre mal, recorremos a quem nos pode ajudar, seja em que área for, seja quem for o potencial ajudante. Eu funciono assim. Ajudo sem olhar a quem, recorrendo a quem conheço.
É incorrecto?
Tenho um grande defeito. Não suporto ver amigos com problemas e não tentar ajudar.
Talvez seja por isso que tenha levado tanta sapatada na vida.

Preferências...

Algo está mal quando o filhote prefere jogar à bola com a mamã...em detrimento do papá.

Chamada de atenção ?!

Ía-me passando com a forma como as auxiliares da creche do meu Rabuja falaram sobre a situação dele ontem ter tossido bastante durante a sesta. Ora bem, se o menino não perdeu o apetite, se continua bem disposto e a fazer as suas traquinices habituais e outras novas, se acima de tudo não tem febre, apresentando os sintomas de secreções transparentes que vêm do narizito e escorrem para a garganta levando-o a tossir, vou a correr ao pediatra e dar-lhe medicamentos? Não me parece.
Deu ideia, ou pelo menos foi a sensação com que fiquei, que estava a ser mãe desnaturada e a não tomar os devidos procedimentos para ajudar a aliviar os sintomas do meu filho.
Quando está deitado, é natural que a tosse seja mais frequente. Eu que o diga pois esta noite dormi com ele para o vigiar. E dormi é apenas uma expressão bem longe da realidade.
Parece-me estar a fazer o correcto colocando-lhe soro, assoando-o e fazendo-lhe inalações.
Tomara eu que houvesse alguma receita milagrosa para fazer desaparecer em segundos mais esta constipação do meu filhote!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ilegalidades?

Tendo o meu pai conhecido milhares de pessoas, ok, centenas é mais verdadeiro durante o período em que trabalhou na restauração, nada como lhe contar, meio a choramingar que fui multada e agora, o que é que faço, etc e tal.
Lá disse que iria falar com não sei quem, mas que agora entra tudo no sistema informático mais depressa, e vamos a ver.O que me interessa é ver se o não sei quem (não posso por aqui o nome, certo?) consegue apagar, retirar, eliminar, a matrícula da nossa carrinha do sistema deles. O resto, é conversa.
Tráfico de influências? Corrupção? Pode até ser. Mas se me poupar os €60,00 tou nem aí!

Caça à multa!

Furiosa!
Completamente descabido!
Se os apanhasse à frente, nem sei o que lhes fazia!
Multa por estacionamento indevido. Isto às 21.30h, por denúncia, enquanto vestia o pijama ao Rabuja. Nós e mais uns quantos. Os tipos nem demoraram mais do que 10 segundos a por o papelinho branco nos vidros das viaturas. Foi sairem do carro e já tá!
Tá certo que a carrinha estava mal estacionada, em cima da passadeira, mas lá, onde moramos, à noite, é assim que funciona. Todo e qualquer espaço livre, incluindo passadeiras e curvas, servem de estacionamento durante a noite porque sendo uma vila com imensos habitantes, a coisa funciona assim.
Durante o dia, o estacionamento faz-se dentro da lei, até porque os fiscais andam sempre em cima do acontecimento. Mas durante a noite, sempre houve um "entendimento" entre os moradores e as autoridades relativamente a esta situação.
Em 6 anos que moro ali nunca tinha acontecido tal coisa!
Claro que não a vou pagar! €60,00 é dinheiro que preciso para coisas bem mais importantes. Esperamos uma amnistia qualquer e está o assunto arrumado.
Caça à multa como se pode concluir, em vésperas de época festiva!

Voltaram os amiguinhos do Inverno

Como as coisas até andam de feição e como não tenho mais nada com que me preocupar, eis que temos o nosso mais-que-tudo filhote novamente constipado do nariz e cheio de tosse. A noite foi porreira, como se pode calcular. Mas se a coisa, o raios partam o vírus, não avançar para mais lado nenhum, pode ser que se consiga controlar apenas com soro e vapores. Pena foi a dita engenhoca ter avariado e toca de voltar ao método da minha mãe, ferver água e estar com ele bem seguro a receber os vapores e evitar consequências escaldantes.
Já disse que odeio o Inverno?

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A motivação perdeu-se

Podia ser pior.
Mas também podia ser muito melhor se houvesse justiça entre o trabalho e a responsabilidade que se tem e o valor pago por esse trabalho.
Há dias em que sinto a maior das desmotivações, a injustiça e a falta de compreensão de quem manda.
Como é possível não se aperceberem que o valor recebido é completamente desproporcionado e desajustado quer ao trabalho realizado, quer ao custo de vida? Como é possível ser-se tão cego perante uma evidência tão profunda?
Normalmente há hora do almoço vou dar uma volta para apanhar ar e ver algumas lojas aqui perto. Acabo com frequência por comprar alguma coisa para o filhote, seja uma peça de roupa, seja um brinquedo. Este mês, com o pagamento da prestação de Agosto da creche e o pagamento da nossa quota das obras no prédio, foram mais €250,00 extra orçamento que me levam a permanecer no escritório à hora do almoço. São 9h30m aqui neste espaço. Contenção de custos e todos os dias oiço os milhões gastos pelo Estado inutilmente e entregues a inúteis.
É de uma pessoa querer iniciar mais uma revolução neste país, que sinceramente, acho que já tarda.
Não há motivação nenhuma em trabalhar a não ser concluir as tarefas para evitar consequências.
Hoje estamos muito protestantes.

Continuamos à procura...

Continuamos a pedir contactos de imobiliárias. Vamos pesquisando na net casas de preços acessíveis (embora não saiba muito bem como o iremos fazer), usadas mas em bom estado de forma a tentar o mais rapidamente possível solucionar a questão da falta de espaço. É difícil. Temos de vender esta. A crise financeira é real e vai demorar. Mas é impensável comprar sem vender. E nem sabemos muito bem como fazer para dar a conhecer que temos uma casa para vender. Por intermédio das imobiliárias é uma forma. Mas fico sempre de pé atrás.
E com a aproximação do Natal, já me estou a ver a braços com brinquedos e coisas para o filhote e não saber onde os arrumar, sem andarem espalhados por todo o lado.
Onde é mais barato, fica longe dos respectivos empregos e acresce o custo das deslocações. Onde estamos a procurar até que acabam por ser relativamente acessíveis, mas e conseguir um comprador para a nossa?
Às vezes, só me apetece deitar fora metade do que tenho em casa...

Obrigado, Tia Filipa

Esta rabugice é para agradecer à querida Amiga Filipa todas as suas visitas e miminhos a este cantinho do meu filhote. É que já somam mais de 100, que é um número bonito e redondinho.
Presença regular e com pachorra para ler o que escrevo, que vale o que vale para mim e futuramente ao meu filho.
Obrigado Tia Filipa!

Privatizar? Não!

Lamento as privatizações.
Lamento que já não possa seguir algumas histórias que me faziam rir e outras quase chorar.
Mas acima de tudo lamento a restrição, a cerca que começa a colocar-se nestes espaços, o arame farpado para impedir intrusos. A liberdade é preciosa, a liberdade de expressão é tão valiosa quanto a própria vida. O que aqui acontece acaba por ser reflexo dos nossos receios e medos, da forma como se vê a vida. Receios do próximo, inseguranças escondidas.
Tenho bem presente os perigos e obviamente não quero nem permitirei que aconteça algo ao meu Rabuja. Mas o real. O palpável.
Compreendo, mais ou menos. Talvez a moderação de comentários fosse suficiente, não sei.
A blogosfera, que é como se designa este mundo virtual, começa a perder o seu sentido de liberdade na leitura e escrita. E não era esse o seu intuito?
Comentar, deixar miminhos, ou um breve olá, depende muito do tempo que se tem e normalmente faz-se no local de trabalho porque a chegada a casa com os filhos é uma trabalheira e o cansaço esgota-nos.
Entendo que se goste de ter visitas escritas. É como ter o Livro de Convidados numa festa e ao desligar das luzes, sentarmo-nos calmamente a ler um escrito de quem por lá passou. Esses bombons sabem sempre bem. Mas é esse o objectivo?
Quero um mundo livre e sem restrições de espécie alguma para o meu Rabuja. O respeito pelo próximo devia chegar para evitar intromissões indesejadas. Sei que não funciona assim, mas educarei o filhote para que entenda a diferença. O respeito pelo outro devia chegar.
Gosto demasiado da liberdade para limitar este espaço. Detesto a censura.
Se houver alguma corrente de ar mais fria, olha, paciência, apaga-se ou não se liga.
Este cantinho do Príncipe Rabuja continuará livre, de portas e janelas abertas.

Espírito de larápio

5 h da manhã, noite ainda, silêncio absoluto em casa e acordo com o Rabuja a brincar com um boneco que conseguiu alcançar sem derrubar absolutamente nada da mesa de cabeceira. É impressionante a ligeireza com que faz estas coisas e andava eu toda contente por este miúdo estar a dormir melhor.
Para a próxima, fico calada e não comento estes raríssimos milagres de dormir toda a noite.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Sem o Rabuja

Passou-se o fim-de-semana sem o Rabuja, mas com ele sempre no pensamento, a falta do riso, a ausência de o ver mexer em tudo.
Cortou o cabelo mas ficaram os caracóis. Está lindo o meu menino! Ar de rapazinho, carinha de sorriso meigo mas um constante olhar de traquinas.
Passou bem em casa dos avós. Fez o que quis, dormiu bem e comeu ainda melhor. Passeou com um e com o outro, à vez.
Nós?
Bem, mais namorados, menos stress, refeições pausadas a saborear e conversas sem ser olha o miúdo! ficas de olho nele?, etc...
Começámos o TPC da creche que consiste em pintar um Pai Natal. Isto à noite, depois de um jantar super.
De vez em quando, assim será feito, o Rabuja passa o fim-de-semana com os avós.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Fim-de-semana sem o filhote

Este fim de semana o filhote vai passá-lo com os avós. Pediram. Porque tinham saudades. O Pedro adora estar com eles.
Andei toda a semana a pensar se o deixava lá passar a noite de Sábado. Pensei. E senti já as saudades de não o ter em casa de um dia para o outro.
Penso se não estou a ser mãe desnaturada, egoista.
O filhote é muito, mas mesmo muito agarrado a mim, à mamã. Adoro isso. Faz-me sentir que apesar do pouco tempo que estou com ele, o Pedro sabe que a mãe está ali, que pode correr para mim, que o abraço e beijo e dou colinho. Mesmo quando me segue e repetidamente me chama quando desespero por fazer o jantar.
Mas também sei que eu e o maridinho precisamos de umas horas só nós. Os dois. Sem stresses.
E poder dormir toda a manhã de Domingo.
Acabei por concordar, mas com peso na consciência.

Birra monumental

Não têm acontecido mais coisas do que o esperado durante a semana e os fins-de-semana decorrem com uma previsão resultante da programação de despachar o que há a fazer para manter tudo organizado para a semana.
Nota de registo é mesmo o crescer do Rabuja que agora deu em refinar as birras quando a coisa não anda ao gosto dele. No sábado passado fiquei...quase sem reacção ao vê-lo berrar, espernear, morder as mãozitas tal era a fita que nem soubemos ao certo o motivo para tal. Ralhar, ameaçar com castigo, pô-lo na caminha dele para ver se acalmava, ignorar, nada disto deu resultado e confesso que entre a preocupação e o desespero de não saber como acabar com a gritaria, olhava para ele e pensava se era feitio, se foi atrás do choro e birra, sei lá, ficámos sem chegar a conclusão nenhuma.
Acabou o drama com o papá a pegar-lhe ao colo, mostrar-lhe o almoço e dar-lhe uma passa para ele comer.
Mas agora, volta a meia, ameaça começar cenas deste género quando é contrariado. Tenho mantido a calma, e desviar-lhe a atenção para outra coisa qualquer a ver se a coisa não avança muito e, como estamos apenas os dois até às 21.00h, e tenho sempre coisas a fazer, seria o desastre total.
Não faço a mais pequena ideia se é caractérístico dos 2 anos ou se estou tramada com o feitio do meu filho.