terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Deste fim-de-semana

Interessante.
É o mínimo que se pode dizer deste fim-de-semana.
Isto porque tendo o filhote ficado com os avós por estar doente, já se tinha planeado uma série de coisas.

Àparte dos afazeres domésticos que obrigatoriamente têm de se realizar porque é mesmo necessário, fomos ver um apartamento, usado, mas com uma área interessante. A conclusão é negativa, uma vez que necessita de obras totais quer na cozinha, quer no wc, e uns melhoramentos nas restantes divisões. Mais uma para esquecer. Entretanto, vou achando e sentindo que o meu estado de saúde se está a agravar. Coisa pouca. Uns arrepios de frio, uma subida de temperatura, a audição a diminuir. Nada de especial, portanto.

Completa-se a tarde com mais uns afazeres aqui e outros acolá e fica tudo em ordem para podermos ir jantar fora, os dois, numa saída para espairecer ideias. O telefonema a saber do filhote, que sim está bem disposto, que não, a febre ainda continua, que não, come pouco ainda. Mau...pressentimento que a coisa não fica por ali.

Saímos e onde vamos? pois, não sei...deve estar tudo cheio...tentamos o C.C.? porque não? e lá vamos de carro, porque isto fica longe e tal e 10 minutos a andar é chato... Duas horas depois de ver como a crise se instalou no país, levando a filas de espera para obter uma mesa em diversos restaurantes e longos minutos de espera para estacionar e outros tantos para andar um centímetro, chegadas as 21.30h e nada e andámos a ver este e aquele e ou estão cheios ou estão vazios e por isso é melhor não.

Regressámos a casa e que bem que soube a pizza!

No dia seguinte depois de tomar o pequeno-almoço e ter um pré-desmaio, telefono aos avós a saber do meu filho e olha, é melhor virem buscá-lo assim que estiverem despachados porque nos constipámos os dois, e o menino ainda tem febre. Pois bem, claro que o vamos buscar logo a seguir ao almoço, não se preocupem!
Fomos e encontrámos o filhote bem disposto mas com muitas saudades nossas. Deu-me um aperto no coração e invade-me aquela sensação horrível que o despachei para longe de mim durante uns dias. Mas não. Falto dois dias ao trabalho? Assim, de seguida? Então porque não o fomos buscar no sábado? Porque também preciso/precisamos de umas horas de mais tranquilidade. Porque ando esgotada e doente há demasiado tempo. Porque os avós adoram estar com o Pedro. Porque...motivos talvez demais como que a justificar. Talvez.
Com a insistência da febre rumamos ao hospital pediátrico. Cheio. Cheio de adultos com crianças a espirrar e tossir para todos os lados. Demasiado cheio. A triagem é rápida e as notícias, como seriam de esperar, as melhores: olhe mãe, a situação do menino não é urgente, pelo que o tempo de espera supera as 3 horas e 30 minutos. Credo! Acha que me posso ir embora? Não lhe posso dizer isso, mãe...Ele precisa de ser visto por um médico...
Saio da triagem e vamos os três lá para fora. Está uma bonita tarde. O miúdo bem disposto.
Vamos ao C. de Saúde. Quem sabe não estará pouca gente? E assim, marco consulta para mim, que começo a sentir-me cada vez pior.
Temos sorte. Não passam 10 minutos e somos atendidos. Mãe e filho. A mesma situação viral. Quase os mesmos medicamentos. Eu, mais um porque estou já com otite. E lentamente a deixar de ouvir de um dos lados e a enlouquecer aos poucos porque é enervante.
O miúdo passou o dia sem dormir a sesta e continua bem-disposto. Pasme-se!
Jantamos. Sopa e pouco mais que não tenho já forças para fazer seja o que for. E rezando a todos os santinhos que chegue depressa a hora de o adormecer porque preciso urgentemente de tomar aqueles comprimidinhos que me farão arrebitar de novo e pôr-me a ouvir novamente.
E assim que ele adormce, eu vou deitar-me também e adormeço logo? Claro que não. O Pedro tosse, o medicamente tarda em fazer efeito e estou exausta.
A jeito de conclusão, não, não quero mais fins-de-semana assim, se faz favor, se não for pedir muito, a gerência agradece.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Estamos

...em desespero por mais uma vez estar constipada e com o filho em casa dos avós por estar igualmente com febre e constipado!
Com apenas um mês de intervalo desde a última, voltei novamente ao mesmo de sempre, e das duas uma, ou é nova, ou mais uma recaída.
Preocupada com o meu menino que não come nada de jeito e com a sensação que começam a ser demasiadas constipações seguidas em relação a mim. Cansaço demasiado que me fragiliza o sistema imunitário, ou alguma coisa não está bem, porque decididamente, não é de todo normal.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Admitido!

O Pedro entrou no colégio!
Estamos contentes e acreditamos que foi uma boa escolha.
Agora, e só lá para Setembro, é que virá a ansiedade e as dúvidas em relação à sua adaptação.
Mas como disse aquando da entrevista, pensamento positivo de que tudo vai correr bem.
Respiro fundo...e penso...o meu menino está a crescer!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Curiosidade

Às vezes ponho-me a pensar como seriam as coisas se eu não estivesse cá.

Instinto

Há quem o tenha e há quem o não tenha.
Ponto final.

Estou a passar-me!

Estou completamente passada!
Não dá para perceber o que se passa para este miúdo quase todas as noites acordar molhado, e algumas das vezes lençóis e resguardo do colchão.
Hoje, mais uma vez, eram 4.00h da manhã, acordo com ele a chamar-me. Como já é uma situação rotineira, passo-lhe a mão pelo pijama e body e vai de ver que está molhado. Passo a mão pelo lençol e vai de constatar que está molhado. Eu não acredito nisto!
Trocá-lo, fazer a caminha de lavado e tentar, às escuras e completamente ensonada acertar com tudo, desde a mudança da fralda, a vesti-lo e substituir a roupa da cama.
Eu...e apenas eu faço porque a cara metade dorme o sono dos justos.
Não sei se ele tem algum desvio da pilocas e o xi-xi vai para todo o lado menos para a fralda, não sei se é do miúdo não parar quieto quando o preparamos para ir dormir, não sei se é de beber um biberon cheio de leite antes de adormecer.
O certo é que é passante esta situação, ainda mais com o tempo que está em que a roupa não seca.
Hoje de manhã, depois de mudar-lhe a fralda e vesti-lo, levo-o para a sala enquanto preparo-lhe a papa. Quando volto para lha dar, pego no filhote para o pôr ao meu colo e assim, com miminhos e brincadeira ele comer (não é que faça fita, mas sempre são uns minutinhos de ternura entre nós os dois) e...pimba! Mais um xi-xi que que passou a barreira da fralda.
Mais uma vez, num espaço de 4 horas, mudar-lhe a roupa!
Depois, lá entro em stress porque vou inevitavelmente chegar atrasada ao trabalho.
Já não sei se sou eu que a ponho mal, se o que é!
Mas que estou completamente passada com isto, lá isso estou!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Os Deuses devem estar loucos!

Quando vinha para o trabalho, o tempo estava: nevoeiro, chuva e sol, tudo ao mesmo tempo.
É digno de registo porque nestes anos todos que me conheço, não me lembro de um inverno mais absurdo que este!

Superwoman? Se calhar...

Não sou mais nem menos que os outros, mas é incrível como é que consigo entre as 19.00h e as 20.00h, tomar conta do filhote, acabar o jantar do dia, iniciar o jantar do dia seguinte, pôr a roupa a lavar, apanhar outra, mudar a fralda ao miúdo, arrumar a loiça do pequeno-almoço, passar alguma roupita dele para não juntar e depois acompanhá-lo ao jantar (que tem corrido super-bem), após um dia de trabalho, que começou às 6.30h da madrugada.
Ufa!
Claro está que assim que ele adormece, estou prontinha para fazer o mesmo!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Nunca se deve substimar os filhos!

Da reunião de avaliação do miúdo resultaram outras conversas entre as mães e pais presentes e concluí que praticamente todos têm o mesmo problema dos piquenos e piquenas acordarem várias vezes durante a noite pelos mais variados motivos, o que nos deixa obviamente esgotados assim que acordamos. E com os anos o sono torna-se uma espécie de maleita crónica.
Uma das mães, que sofre do mesmo mal que eu, afirmou que o acordar da filha devia-se a pedir a chucha. Ora ao meu acontece o mesmo: acorda a pedir a chucha quando a maior parte das vezes ela está ao lado dele ou debaixo dele.
Disse esta mãe que a solução foi espalhar diversas chuchas (7) pela caminha da filha de modo que ela encontrasse sempre uma e não a chamasse. E parece que resultou.
Bem, esta noite eu pus outra chucha disponível na almofada do meu filho para que assim, caso ele não soubesse de uma, ter outra a jeito.
Se resultou?
Não...
O miúdo acordou e chamou-me porque tinha uma chucha na boca e não precisava de outra, pelo que estendeu o bracinho e deu-ma...
Isto deviam ser 3.00h ou 4.00h da madrugada!
Imagine-se se eu colocava 7!

Sou...

You've been tagged!I would like to know a little more about yourself. :)Choose 16 random facts about you and them send it to 16 persons.
Com este desafio, aqui vai (porque hoje apetece-me):
  1. Chamo-me Elisabete e nunca gostei do meu nome;
  2. Sou filha única, não se nota?
  3. Tenho 36 anos e o tempo está a passar depressa demais;
  4. Sou do signo Gémeos e concordo;
  5. Sou lisboeta ou alfacinha e adoro;
  6. Sempre gostei de estudar e ler, por mim não fazia mais nada;
  7. Vivo em união de facto e tenho um filho, e gostava de ter mais;
  8. Sou teimosa que nem um burro;
  9. Tenho mau feitio mas muito amiga;
  10. Detesto mentiras e desilusões;
  11. Gosto do que faço mas quero e preciso ganhar mais;
  12. Adoro TT's e já tive dois (snif, snif...)
  13. Tenho mania de ter sempre a casa limpa e arrumada, o que hoje em dia é impossível;
  14. Detesto passar a ferro;
  15. Gosto de cozinhar e comer, o que já somos 3 assim lá em casa;
  16. Amo para além do infinito a minha família.

Prontos! Já tá!

Poquê?

Mas poquê?
Porque é que o miúdo já entrou na "idade dos porquês"?
Não é demasiado cedo? Não é suposto ser só lá para os 3 ou 4 anos?
Socorro!

Parabéns ao Príncipe Rabuja

Passou-me completamente que no dia 25 de Janeiro de 2009, este blog fez 1 aninho.
Ainda muito pequenino, com apenas algumas rabugices, mas importante para mim, e talvez mais tarde, importante para o filhote.
Espero daqui a mais um ano continuar por aqui...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Da entrevista para admissão

Ontem lá fomos para a entrevista no colégio.
Algumas questões sobre os pais, outras tantas sobre o miúdo. Uma cópia da última avaliação do menino e tentativa falhada de o deixar na sala dos 3 anos, enquanto visitaríamos as instalações. Os olhos húmidos de um pré-choro e uma carinha a pedir colo. Assim, visitou o colégio connosco.
A drª que falou connosco e orientou a visita é do tipo despachada e creio muito seguidora das regras da religião católica.
É grande, salas grandes, com muita luz e arejadas. Educadoras e auxiliares sorridentes e simpáticas. Refeitórios espaçosos. Pátios diferenciados para as idades.
Um edifício com alguns largos anos, mas bastante aceitável. Limpo. Arrumado.
Tem uma capela. que visitámos e chumbámos nesse ponto.
Apesar de ambos termos tido uma educação católica e de eu ter andando num colégio super, hiper, mega católico, somos mais do não acreditar.
O miúdo é baptizado porque fiz questão. Por ele, pelos avós, pelos padrinhos e por mim.
Deu-me a sensação que união de facto e a indiferença com que visitámos a capela não abonou em nosso favor.
E depois, a vantagem deste colégio, para além de ser instituição privada, é estar tão perto de onde trabalho e ter até ao fim da primária.
Só para Abril/Maio é que saberemos se o filhote foi admitido e continuo a achar que devia de o inscrever em mais jardins de infância.

Sou do tipo muito chata!

Ligo de manhã e à hora do jantar a saber de tudo: se dormiu bem, se acordou de noite, se chamou por mim, se comeu, o que comeu e quanto comeu, se saiu à rua, se está bem disposto, se brinca, se já fez cócó, se...e uma série de recomendações: não substituir as refeições por petiscos, vestir casaco e gorro quando sair, ir vigiando o narizito, atenção se espirrar, etc e tal...
Os fins-de-semana em casa dos avós servem para isto mesmo: o filho tira férias da mamã!
A verdade é que nem quando o meu filho tiver a minha idade eu vou descansar.