Estás com quase 22 meses e agora começo aos poucos a ver o quanto estás a crescer.
Apesar de seres bebé, o meu sempre e eterno bebé, observo de dia para dia o quanto estás a desenvolver e a ganhar aptidões nas situações diárias.
Deixaste de adormecer ao colinho do papá à noite. Deitadinho no sofá, entre nós, seguro e tranquilo, adormeces sem choros nem birras. Depois, a mamã muito devagarinho, pego em ti e deito-te na caminha, onde te colocas de lado e continuas a dormir, silenciosamente, respirando e suspirando de conforto.
Deixei de te dar o leitinho da noite. Pegas tu no biberon e conversando com os papás vais bebendo praticamente até ao fim.
Estás muito tagarela. Quando falamos com os avós, ou de um lado ou do outro, tens de ser tu a segurar no telefone e falas e falas. É uma alegria escutar-te.
Comes algumas das refeições sozinho, desde que tenhas fome e estejas bem disposto, e sem sujar muito o espaço à tua volta.
Sobes para o cavalinho (as tuas primeiras rodinhas) e andas por toda a casa.
Sobes para o banco que está na cozinha sozinho e o meu coração até pára só de imaginar que te podes desiquilibrar.
Bebes o iogurte num copo, às vezes com palhinha.
Pegas num pano e limpas o que encontras à tua volta.
Ajudas a levar as coisas (mas arrumar os brinquedos nem por isso).
Estás com muita força e empurras a mesinha da sala e viras o cavalinho ao contrário.
Conheces imensas palavras e imitas o que te dizemos (o que nos leva a rir).
Posso pedir-te uma coisa, filho? Não cresças tão depressa, sim?
Apesar de seres bebé, o meu sempre e eterno bebé, observo de dia para dia o quanto estás a desenvolver e a ganhar aptidões nas situações diárias.
Deixaste de adormecer ao colinho do papá à noite. Deitadinho no sofá, entre nós, seguro e tranquilo, adormeces sem choros nem birras. Depois, a mamã muito devagarinho, pego em ti e deito-te na caminha, onde te colocas de lado e continuas a dormir, silenciosamente, respirando e suspirando de conforto.
Deixei de te dar o leitinho da noite. Pegas tu no biberon e conversando com os papás vais bebendo praticamente até ao fim.
Estás muito tagarela. Quando falamos com os avós, ou de um lado ou do outro, tens de ser tu a segurar no telefone e falas e falas. É uma alegria escutar-te.
Comes algumas das refeições sozinho, desde que tenhas fome e estejas bem disposto, e sem sujar muito o espaço à tua volta.
Sobes para o cavalinho (as tuas primeiras rodinhas) e andas por toda a casa.
Sobes para o banco que está na cozinha sozinho e o meu coração até pára só de imaginar que te podes desiquilibrar.
Bebes o iogurte num copo, às vezes com palhinha.
Pegas num pano e limpas o que encontras à tua volta.
Ajudas a levar as coisas (mas arrumar os brinquedos nem por isso).
Estás com muita força e empurras a mesinha da sala e viras o cavalinho ao contrário.
Conheces imensas palavras e imitas o que te dizemos (o que nos leva a rir).
Posso pedir-te uma coisa, filho? Não cresças tão depressa, sim?

1 comentário:
era bom era que eles parassem um bocadinho... parecem foguetes a crescer e a tornarem-se autonomos
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