Por voltas das 22.00h tomas o banhinho.
A mamã despe-te enquanto o papá prepara o banho de espuma, sim porque tem de ter mesmo espuma.
E já estás a rabujar por qualquer coisa enquanto tento tirar-te a roupa.
Lá vamos para a casa-de-banho, mas antes do papá pegar em ti, começa assim:
Pai - O que é isto?
Pedro - Ponja!
Pai - O que é isto?
Pedro - Balde!
Pai - O que é isto?
Pedro - Outa Ponja!
Pai - O que é isto?
Pedro - Pato!
Pai - O que é isto?
Pedro - Eador! (regador pequeno)
Pai - O que é isto?
Pedro - Pá!
Pai - O que é isto?
Pedro - Bato! (barco)
Pai - O que é isto?
Pedro - Puma! (espuma)
E lá vai todo risonho para a banheira.
São momentos de brincadeira entre os dois, pai e filho, apenas eles, cumplicidade, gargalhadas, ralhanços, tudo à mistura.
E no final, quando entro para o embrulhar nas toalhas e levá-lo para o quarto, temos a praia dentro de casa onde tu, filhote, te deitas de barriga para baixo, na banheira, com a cabeça de fora e dizes todo contente: - Paia!!!
Todas as noites temos mais do mesmo e acabamos sempre a rir, e contigo a rabujar por o banhinho ter terminado.
Amanhã há mais, filhote!

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