Lilypie 3rd Birthday Ticker

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Maridinho doente...

...com uma constipação meio estranha e uma inflamação na vista que deu direito a uma visita ao Centro Médico e resultou em antibiótico.
Começámos bem o Sábado...
Uma autêntica maratona de limpeza da casa, tratar da roupa e compras da semana pois para Domingo estava planeada uma sardinhada em casa da madrinha do Pedro.
Sorte o Rabuja estar bem disposto e ter colaborado, senão tinha sido caótico.
Só sei que à noite estava completamente de rastos, mas com tudo feito.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Aproveitem o fim-de-semana, xim?

Pois então! Mandámos vir o Verão, não foi? Agora é aproveitar porque a qualquer momento pode mudar.
Mais uma semana que chega ao fim. E já tardava. Não apetece estar a trabalhar. Queremos férias!!!
Começa a contagem decrescente para o mais que merecido e desejado descanso, ou seja, faltam 30 dias. 30!!!
(será que vou conseguir lá chegar? )

Entretanto, desejamos um excelente fim-de-semana a todos!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

O dia começou à uma e meia da manha...

...pois o senhor Pedro acordou a chamar-me choramingando. Pesadelo ou simplesmente vício, esteve nisto uma meia hora, comigo e o pai a dizermos-lhe que estava tudo bem e para fazer soninho. A coisa tava difícil de normalizar. Não sei se seriam os dentinhos a chatear, ou se algum sonho menos bom, se o calor ou fome. Depois de tanto levanta-aconchega o filhote-faz soninho-deita-levanta-deita, resolvi preparar-lhe um biberon de leite, não fosse o rapaz estar efectivamente com alguma fome. Bebeu e deitei-o novamente na caminha. Ainda rabujou mais alguns minutos e acabou por adormecer. E eu também.
Às 6.00 toca a levantar, preparar os pequenos almoços meu e do maridinho, preparar a mochila do maridinho, limpar e arrumar a loiça do jantar, lavar a loiça do pequeno almoço, dar uma varridela no corredor e cozinha, engomar a roupa que trouxe hoje, preparar a roupa do Pedro e a sua mochilinha de levar para a creche, arranjar-me, acordar o Rabuja, vesti-lo, dar-lhe a papa, lavar a loiça, pegar na minha mala, no saco do almoço e na mochila do Pedro, pegar nele ao colo, verificar se as luzes de casa estão apagadas, ter a certeza que trago comigo as chaves de casa e do carro, enfiarmo-nos na carrinha, levá-lo à creche, uns minutinhos de mimos para não ficar a choramingar, e seguir para o trabalho. Quando aqui chego, respiro...
E somos nós, mulheres, o sexo fraco?

O filhote gosta e eu detesto

Estava eu a preparar um refogado quando o filhote se vira para mim e diz: "-Boia!!". Pergunto eu já com um sorriso: "-Queres cebola, filho?". Repete ele: "-Boia!!". Dou-lhe um pedacinho e o Rabuja come. E outro, e mais outro. No total, foram cinco pedacinhos de cebola crua. O miudo gosta de cebola crua e cozinhada. Eu...detesto!!
Não faço a mais pequena ideia a quem sairá com estes gostos!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Expliquem-me...

...como se eu fosse uma criança de 3 anos, porque isto acontece: o Rabuja ontem, ao jantar, comeu 2 conchas de sopa muito bem, sem guerras e a ver os barcos na televisão; depois, arroz com carne picada...era o comias! Esbracejou, berrou, chorou! Desisti. Em seguida e porque não é decididamente suficiente como refeição, dei-lhe um pêssego. E depois outro. E metade de uma fatia de queijo flamengo. E uma fatia de bolo caseiro.
Será que ele prefere um cozido à portuguesa??

Começar o dia com...

...o Multibanco mais próximo do local de trabalho fora de serviço, a pastelaria com esplanada onde tomo o café matinal está fechada, o marco de correio mais próximo do local de trabalho tem fita adesiva dos CTT na abertura e isto antes das 9.00h da manhã...

terça-feira, 15 de julho de 2008

Mudanças

Aqui há dias, tínhamos o problema do laboratório onde o maridinho faz serviço ir fechar e o receio de voltarem os horários rotativos. O chefinho dele lá conseguiu dar a volta e em Agosto vai para outro local com horário normal (se é que se pode considerar normal trabalhar-se das 8.30h às 20.00h seguidas, mas enfim...). Fica mais perto de casa e por aí também não é problema.
Eu onde estou (mal e pouco, mas certinho ao fim do mês) encontrei um colégio com subsídio estatal a partir dos 3 anos e já inscrevi o pimpolho porque com a mensalidade actual de €300,00 daqui a pouco mais vale deixar de trabalhar e ficar com o Pedro. Assim, é aguentar mais um ano e depois as coisas melhoravam, caso ele entre para este colégio.
Ora bem, até aqui está tudo minimamente planeado.
Ideia do meu patrão: daqui a um ano vamos mudar de instalações porque estas não têm condições nem segurança para aqui estarmos...
O que é que eu faço agora? Para além de ter de procurar e inscrever o Rabuja em mais escolinhas, estou com um problema: para onde raio quer o meu patrão ir?
Já pensei em inscrevê-lo em todas as escolas deste país que sejam estatais ou ipss. Assim, garanto de certeza vaga e com cobertura nacional...
Despeço o patrão ou dou-lhe com uma cadeira em cima?

Alpinista

No outro dia, estava eu na cozinha a fazer o jantar ou lavar loiça, ou qualquer outra coisa que o valha, quando deixo de ouvir o Rabuja. E isso costuma ser sempre muito mau sinal.
Espreito pela porta pois a casa sendo pequena dá perfeitamente para ver ao fundo do corredor a sala, e onde é que estava o Pedro? Onde? Em cima da mesinha da sala, com os pópós, e com um sorriso estampado na carinha.
Eu ía tendo vários ataques pois, primeiro o tampo é de vidro, segundo porque podia cair e bater com a cabeça ou aleijar-se noutro lado e terceiro porque tomei definitivamente consciência de que este rapaz não pode estar sem ser com quatro olhos em cima dele!
Também já quer e tenta sem resultado trepar para cima da mesa da cozinha e escalar as paredes!!
Só falta pendurar-se nos cortinados, mas essa ainda estou à espera de ver, porque tenho quase a certeza de que também vai acontecer.
Será por ser rapaz?

Tomada de posição

Começou por volta dos 18 meses.
Quando contrariado, o Rabuja tem uma forma de demonstrar a sua indignação: deita-se devagarinho no chão. E ali fica. Por enquanto e até hoje tem apenas sido em casa. Espero que a continuar estas manifestações e tomadas de posição permaneçam caseiras.
E atira com os brinquedos. Dele, claro, porque se for alguma coisa nossa, passo-me.
Já tentei de tudo, desde o miminho e ajudar a levantá-lo, passando pela repreenção e palmada na fralda, continuando no levantá-lo com mais firmeza e ralhando, e terminando agora de forma mais pedagógica que é ignorando, não dando muita importância ao caso. Como não sei bem o que fazer, vou fazendo esta última abordagem para não perder a paciência e como é Verão e a casa até é quente, não vem dali mal maior.
Mas o miúdo é teimoso que nem uma mula. Mesmo! Se eu lhe disser mil vezes não, mil vezes deita-se no chão e mil vezes volta a fazer o mesmo. Resultado: tou a precisar de férias!

Angústia profissional mensal

Hoje está a ser um dia calmo aqui no escritório. Estamos a dia 15 e é o dia que aproveito para fazer "aquele trabalho" encomendado ou melhor, exigido pela patroa e que já deu direito a ameaça de despedimento caso não o faça, apesar de nada ter a haver com as empresas.
O problema como mensalmente acontece, é que não estou com pachorra.
Vai daí que nada melhor do que divagar um pouco, pelo menos até ter gente aqui.
Não dou graxa a ninguém. Nunca dei, detesto quem o faça e prefiro mil vezes ficar a perder do que "agradar" ou baixar a cabeça e sorrir a quem pensa que tudo pode e manda. Já perdi muito por isso. Mas durmo de noite (isto quando o Pedro colabora, claro...) e ando de consciência tranquila comigo mesma.
Quem me conhece já sabe como sou e funciono. Dizem que tenho mau feitio...ou talvez seja por não tolerar certas atitudes...e prefiro não estar com essas pessoas.
Mas porque agora uma divagação destas, ainda por cima com o calor que está?
Pois bem, há umas semanas atrás o patrão instituiu quinzenalmente umas reuniões de coordenação para 3 gatos pingados (entenda-se eu, o meu colega e o meu patrão) onde são discutidos alguns assuntos como "creatividade", "conceito de equipa", blá, blá, blá e blá, blá, blá...
Para além destas giríssimas reuniões, fiquei encarregue (ora quem mais senão moi même) de agendar, apresentar actividades lúdicas para reforçar a união dos três e criar melhor ambiente de trabalho. Aceitam-se assim, sugestões...
Claro que referi logo e antes que se esquecessem que era mãe de família e por isso qualquer actividade fora do horário de trabalho estava posta de lado nem sequer seria tida em consideração.
A solução será actividades que incluam as respectivas famílias e isso leva-me a um problemazito sem qualquer importância: vou ter de levar com a patroa...e daí estar a adiar o mais possível a apresentação de situações lúdicas.
Não gosto dela pelo simples facto de:
1. É arrogante
2. Tem a mania que é boa
3. Pelo facto de ter dinheiro (o patrão tem uns eurozitos que a mim já me chegavam um décimo do que ele tem e ainda dava para as gerações futuras) aplica o princípio de quero, posso e mando
4.Gosta de ser o centro das atenções
5. Fala demais
Não sou uma pessoa de tentar a qualquer custo (dentro do razoável) agradar a alguém para proveito próprio. Até me faz alergia esse tipo de pessoas. Considero a sinceridade uma qualidade imprescindível a qualquer ser humano para aceitá-lo como tal.
E isso hei-de futuramente transmitir ao meu Pedro.
E isto vai dar confusão porque normalmente fico calada, aguento até um certo ponto e depois sou tipo panela de pressão: se falo, vou com toda a certeza dizer mais do que devia.
A maternidade tornou-me menos impulsiva e controlo mais o meu feitio. Porque a paciência e o respirar fundo são aumentados vezes sem conta com as peripécias dos pimpolhos e isso também se reflecte na vida profissional e relações extra-família.
O problema é que não desaparece totalmente. Fica camuflado, encoberto, latente até qualquer uma outra situação despoletar o que andou adormecido durante algum tempo.
Evito falar com a patroa. Funcionamos por mails e só mesmo em caso de extrema necessidade é que falamos.
O último encontro foi por altura do jantar de Natal da empresa, apenas 2 meses após a ameaça de despedimento. Estive vai não vai para não ir com o maridinho. Mas várias pessoas disseram-me que era melhor ir, que assim mostrava que nada me tinha afectado. Fomos, mas mal conseguia olhar para ela. Porque me afectou e muito.
E todos os meses tenho de gramar com este trabalho. Que não gosto. Que detesto. Que sou obrigada a fazer. Que não me pagam para fazer.
E só me apetece dizer-lhe umas quantas verdades e mandá-la para a m****!
Mas fica a promessa e promessas cumprem-se: quando me for embora desta empresa (até porque pertencendo à Geração 500 Euros estou de olhos e ouvidos abertos a outras situações que sejam viáveis) direi tudo o que está entalado e atravessado à querida patroa.
Está prometido!

Obrigado...

...por se preocuparem pelo estado de saúde do meu Pedro...
(Tenho-vos visitado, e acreditem, que não deixo de saberem como estão e como têm corrido os vossos dias...não consigo mesmo, a não ser num dia de semana, deixar-vos uma rabugice amiga...porque o tempo é escasso...)

A melhorar...

Falta-me o tempo para conseguir "historiar" estes últimos dias após a consulta do meu filhote, mas o importante é que o Pedro já está bem melhor, a dormir (é incrível, e mais tarde falarei dos soninhos, ou falta deles do filhote) 2 noites seguidas e a comer melhor, calmamente e sem birras!
Agora é continuar com a limpeza das vias respiratórias e acabar o antibiótico.
E rezar, acender uma velinha, lançar a moedinha no poço dos desejos para que tão cedo não sejamos visitados pelas senhoras constipações...porque para já, já chega e sobra!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Novamente doente...

...e desta vez veio forte, muito forte...A febre elevada da semana passada foi o princípio de uma brutal constipação.
O filhote está muito constipado e ontem, como eu já previa quando o fui levar à creche, voltou a ter febre e estava, há já alguns dias, muito congestionado. Tanto que fomos ontem a uma consulta de urgência. Receitaram-lhe um cocktail de medicamentos. Tudo nas vias respiratórias superiores. Nada nos brônquios, pelo que daí, respiro de alívio.
Hoje está em casa dos avós, que ele adora.
Estou tranquila porque sei que cuidam bem dele. Estou numa impaciência por que o dia acabe.
Ontem, aqui no escritório, sózinha, chorei e senti medo pelo agravamento do meu Pedro...
Hoje vim trabalhar...mas não quero estar aqui....

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Exemplo para todos

Um pai não que desiste do seu filho. Um exemplo para todos os pais e mães deste país e outros.

terça-feira, 8 de julho de 2008

21 Meses

...de amor infinito, de paixão pelo franzir do teu narizito quando sorris de felicidade, de descobertas de ti e do mundo que te rodeia, de surpresas pelas tuas conquistas das coisas de adulto, de sustos de quando estás doentinho, de colinhos para sentires o quanto te amo, de beijos que dás e recebes, de teimosia excessiva quando queres levar a tua avante, de birras de te deitares no chão e atirares com os teus brinquedos, de abraços quentinhos em família, de refeições atribuladas onde a comida vai invariavelmente para o chão, paredes, de roupas que deixam de te servir num instante e com nódoas que teimam em não sair, de cansaço pela tua exigência de atenção mais de 24 horas por dia, de noites mal dormidas desde que nasceste, de receio que alguma coisa te aconteça, de brincadeiras no chão e cama dos papás, e tudo, e tudo, e tudo.
Parabéns meu Príncipe Rabuja!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Incentivar a autonomia...

...do Pedro, foi o que resolvi fazer este fim-de-semana em algumas refeições.
Ao lanche de sábado, colocámos um iogurte líquido no copinho dele e demos-lhe para as mãos. E não é que o rapaz bebeu tudinho sem atrapalhações? Não se sujou e ficou com uns "bigodes de iogurte" giríssimos!
Estava todo contente e os papás orgulhosos!!
No Domingo, resolvi dar-lhe o biberon com leite para ele beber sózinho enquanto via o canal Panda. Sentadinho no tapete (ou "patete" como ele diz), muito concentrado, bebeu quase tudo e sem brincadeiras à mistura.
Acho que cada vez mais vou incentivá-lo a fazer pequenas coisas por ele mesmo...e sinceramente, acho que o Rabuja aprecia.

Haja paciência...

Estes dias de fim-de-semana foram de esgotar a paciência com o Pedro sempre e constantemente a rabujar, choramingar sem que se perceba o motivo. Consegue dar conta do juízo. Ora se tem fome, rabuja. Ora se tem o comer à frente, rabuja e já não quer. Ora se tem os brinquedos para explorar, rabuja porque quer os limões, as batatas, a garrafa de água. Ora se tem sede e se lhe dá o biberon com água, rabuja porque já não quer. Ainda vestígios de ter estado doente? Também ou talvez não tenha nada a haver...
Dormiu bastante estes dias. Em jeito de compensação.
Optámos por apenas sair para irmos fazer as compras da semana.
Foi um fim-de-semana esgotante...

Rescaldo do susto

Já a consciência me dizia que não devia de ter levado o menino para a creche.
Já o coração de mãe me dizia que aquela febre tão elevada não era normal e alguma coisa se passava...
Como não podia deixar de ser com febre tão alta, acabei por ir buscar o filhote na 4ª feira à hora de almoço à creche e ficar em casa na 5ª feira. Felizmente, veio forte mas passou depressa ficando apenas alguma expectoração ainda a incomodar.
Claro que na 6ª feira tive de vir trabalhar porque infelizmente não há condições legais que permitam as mães estarem com os filhos em casa até ser seguro eles voltarem para as escolinhas, e por mais "compreensivos" que sejam alguns patrões, detestam quando faltamos.
Chego à conclusão que não é fácil ser bebé pois suportam situações que em muitos adultos os deixariam de cama.
Mas o meu filhote é um valente e conseguiu ultrapassar mais uma!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Susto

Como é natural, o Rabuja já teve febre quando se constipa e origina otites ou inflamação da garganta.
Ontem, assustei-me a valer.
Atingiu os 40,2º de febre...
Tive medo. Pedi baixinho para ele ficar bem. Para a febre baixar.
Apesar do medo, não entrámos em pânico e fizemos tudo para baixar a temperatura.
Dormiu só de fralda. Calmamente. Como se nada tivesse acontecido.
Não entendo esta súbita febre. Não está constipado, apenas o tradicional pingo mas bem escasso pois nem tem tosse. Não lhe doia nada pois o que chorava foi de o termos acordado quando vimos que estava tão quente. Vimo-lo de uma ponta à outra...tocámos nele, nada.
Hoje de manhã não tinha febre, comeu e estava bem disposto.
Fui levá-lo à creche...com peso na consciência e o coração apertadinho.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Jardim de Infância

Não sei se é cedo ou não para pensar nesta situação ou se o deva fazer já.
O Rabuja está numa creche que, como não podia deixar de ser, particular (pois a rede creches estatais ou IPSS's além de reduzida têm listas de espera enormes). Tem ainda mais um ano pela frente antes da passagem para o Jardim de Infância.
Ora bem, começo já a procurar? Inscreve-se já para garantir o lugar? Ao pé do meu trabalho há uma que penso ser IPSS e ser muito boa, o que resolvia várias questões, a financeira, a localização e a certeza do filhote estar bem entregue e cuidado. Mas também não sei se aceitam crianças que não residam na freguesia. Claro que a solução óbvia é ir até lá e obter informações a todas estas questões.
Por outro lado, gosto bastante da creche onde está. Muito melhor do que a outra. Mas vou tirá-lo de lá passado um ano? Agora que já se habitou? Estou mesmo muito indecisa sobre o que fazer, pois parecendo que ainda falta muito tempo, se tiver de "reservar", se calhar tem de ser agora...